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Internet

Nova tecnologia pode multiplicar a velocidade de Internet banda larga

Um grupo de pesquisadores descobriu uma maneira de aumentar drasticamente a precisão da transmissão de dados pela Internet, permitindo velocidades muito maiores que as atuais. O conceito utilizado é semelhante ao da tecnologia presente em fones de ouvido para a redução de ruídos: com menos interferência, a transmissão de dados se dá de forma muito superior.

Atualmente, linhas de fibra ótica são usadas para transferir dados, mas quanto maior a velocidade do sinal e a distância que ele percorre, mais interferência ela sofre. A nova técnica consiste em enviar não um, mas dois feixes de luz pelo cabo de fibra ótica: um contendo os dados e o outro sendo sua imagem espelhada.

Na outra extremidade do cabo, esses sinais se recombinam, eliminando falhas causadas pelas interferências. Os dois feixes de luz podem atingir distâncias até quatro vezes maiores que em uma transmissão normal. Combinando as maiores distâncias com o espalhamento, seria possível conseguir conexão à Internet banda larga com muito mais velocidade e qualidade.

Em testes, os pesquisadores conseguiram atingir velocidades de até 400 Gbps através de 12.800 Km de fibra ótica. Para comparação, o Fiber,projeto de Internet superrápida do Google para os Estados Unidos, atinge até 1 Gpbs e é considerado revolucionário.

No entanto, apesar dos resultados promissores, a implantação da nova tecnologia exigiria a instalação de novas infraestruturas por todo o mundo, o que tornaria a transição bastante cara e trabalhosa.

Via The Verge

Facebook está trabalhando para incorporar a #Hashtag em sua rede social

No twitter, a hashtag é a maneira que os usuários possuem de agruparem mensagens sobre com algum tema, notícia ou um evento, como as palavras #PopeFrancis, #CalaBocaGalvao, entre outras.

Caso o Facebook acrescente as Hashtags, irá promover maiores discussões em torno de diversos temas, como o twitter já faz. Com essa nova opção, os usuários permanecerão mais tempo conectados aos serviços e propensos a uma remessa maior de novos anúncios.

O Instagram, adquirido pelo Facebook ano passado, já utiliza hashtags, permitindo os usuários de colocarem temas em várias fotos, ex : #Love #instagood #me #cute (Você pode conferir a lista aqui: http://top-hashtags.com/instagram/)

Fonte: Mídia Publicitária

Hoje é o “Dia Mundial de Mudar sua Senha”

Dia 1º de fevereiro é o “Dia Mundial de Mudar sua Senha”. Isso mesmo, chegou a hora de trocar a palavra-passe (que ainda pode ser a data do seu aniversário) para uma mais segura. Essa é uma das formas mais eficientes de proteger suas contas na internet (banco, email e redes sociais, por exemplo) de invasões de hackers e até mesmo de amigos enxeridos

Fonte: TecMundo

Venda de imóveis não vive mais sem internet, aplicativos e redes sociais

Quase 100% das compras passam em algum momento pela internet.

Nada de entrar em canteiros de obras ou stand de vendas. Já há alguns anos, quando um consumidor decide comprar um imóvel, o seu ponto de partida é a internet. Por isso, construtoras e imobiliárias passaram a investir em conteúdo e ferramentas digitais para conquistar o público e se aproximar dos clientes. Sites, blogs, canais multimídia, perfis em redes sociais, aplicativos para smartphones, ações mobile e atendimento online formam a base do alicerce para se vender uma casa atualmente.

As compras de imóveis pela internet, no entanto, estão ainda longe de ser uma modalidade de transação efetiva. Os tramites burocráticos da ação não permitem que o consumidor realize todas as etapas da compra no conforto da sua casa. As imobiliárias, por outro lado, oferecem cada vez mais serviços online, deixando apenas que as assinaturas de contrato sejam presenciais. Até os casos de compras do exterior, por enquanto, são realizados por um procurador.

“Acredito que vamos ainda vender um empreendimento 100% pela internet. Não será hoje, mas no futuro conseguiremos que o cliente escolha e compre seu imóvel por meio de um certificado e uma assinatura digital, que já existe, e faça o pagamento da entrada via internet bank”, declara Gustavo Zobaran, especialista em Comércio Eletrônico e Coordenador de Departamento de Marketing Digital da Brookifield, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Estratégias para diversificar no mercado
Os meios digitais têm um papel importante no plano de divulgação, venda e pós-venda de empreendimentos imobiliários. Em 2010, a Cyrela contabilizou 20% das vendas realizadas por meio de um canal online, o dobro do ano anterior. O site da companhia recebeu quatro milhões de visitas no mesmo período. “Acreditamos que uma fração desses acessos gera contatos e uma fração de contatos gerará vendas”, afirma Fernando Moulin, Gerente-geral de E-Business da Cyrela Brazil Realty, em entrevista ao portal.

Em 2011, as construtoras passaram a investir em novidades para atrair o público e aumentar o relacionamento das empresas com os clientes, com ações desde o chat online com os corretores a aplicativos para smartphones e canais de comunicação pelas redes sociais. Afinal, a busca por imóvel no meio digital não é mais uma novidade e todas as imobiliárias já possuem, pelo menos, uma página na web.

Por isso, a Coelho da Fonseca aumentou sua presença nas redes sociais como um caminho para o crescimento de vendas. Recentemente, a empresa criou um brand channel no Youtube com mais de 1.200 vídeos com lançamentos e informações que os internautas buscam por meio de filtros ou por um mapa. Somente em três dias no ar, o canal de pesquisa já tinha recebido mais de 10 mil acessos. “Percebemos que o cliente passava muito tempo olhando os vídeos no site e decidimos criar uma ferramenta totalmente inédita na América Latina”, afirma Allan Fonseca, Diretor de Canais e Inovação da Coelho da Fonseca, em entrevista ao Mundo do Marketing.

A busca pela inovação
A plataforma de atendimento online da Cyrela existe desde 2003 e após tanto tempo a empresa decidiu inovar na comunicação com o cliente. No início do ano, a companhia estreou no Facebook com a intenção de criar uma plataforma direta de diálogo com os compradores. O chat virtual com o corretor do site passou a ser disponível também na fan page da marca, que hoje conta com mais de 8,4 mil usuários.

“A capacitação do corretor online na relação com o cliente é totalmente direcionada para converter o contato em uma visita, um agendamento e até uma possível venda. Consideramos que um negócio foi fechado pela internet quando todo o processo de escolha é realizado por meio desse corretor”, explica Moulin, da Cyrela.

Na busca pela inovação a construtora também entrou no Instagram. A rede social de compartilhamento de fotos pelo Iphone foi usada como ferramenta para a campanha promocional “Decora Minha Casa”, realizada em parceria com a Florense Alphaville. A ação, ainda em andamento, premiará um usuário com móveis planejados no valor de R$ 10 mil para transformar um cômodo da casa. Com o projeto, a Cyrela pretende transmitir o conceito de realizadora de sonhos e aumentar o relacionamento da marca com os consumidores.

Ações de mudança
Para ir além, a Coelho da Fonseca disponibilizou o site e sua página no Facebook em seis línguas para aumentar a comunicação com todos os públicos, já que os estrangeiros representam 5% dos acessos totais dos canais da empresa. Presente em 16 capitais brasileiras, a imobiliária de alta renda estima que 30% das vendas realizadas no ano passado começaram pelo meio online.

“Para não criar confusão no mercado, não comunicamos que realizamos vendas pela internet. Mas quase 100% dos clientes para procurarem um imóvel em algum momento passam pela internet”, esclarece Allan Fonseca.

A falta de uma regulamentação e indicadores do comércio eletrônico, principalmente no setor imobiliário, não permitem que as companhias digam que realizaram vendas pela internet. Apenas mediante uma norma reguladora, que faça com que todas as empresas sigam os mesmos indicadores, é que será creditada uma quantificação de vendas online. Cada empresa segue atualmente seus próprios padrões.

Realizações pioneiras
Já é possível, contudo, receber informações de imóveis até mesmo por SMS. Nas placas de vende-se de algumas casas relacionadas a Coelho da Fonseca, por exemplo, o consumidor encontra um código para enviar uma mensagem e recebe todas as informações e fotos da casa pelo celular. A ação realiza um movimento de crossmedia, transportando os usuários da mídia offline para os canais online.

Indo para o relacionamento com o cliente online, a Masb, criada em 2007, a partir de uma equipe de antigas construtoras, criou o portal meu Meu Masb, que permite aos clientes terem todos os dados financeiros, boletos bancários, estatísticas do andamento das obras e a possibilidade de antecipar as parcelas do pagamento apenas acessando o canal. Em ação desde o começo do ano, a página recebeu 52 mil visitas e 40% dos clientes já a utilizam.

“Trabalhamos com empreendimento na planta e o ciclo é muito longo, geralmente três anos. Durante este tempo, recebíamos muitas demandas, principalmente de questões financeiras, por isso há um ano e meio começamos a planejar o canal de relacionamento com o cliente parar resolver estas questões em um ambiente totalmente online”, conta Camila Enoque, Coordenadora de Comunicação da Masb, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Google lança Chrome Web Store

Endereço disponibiliza aplicativos para download como BM&FBovespa, Claro Clube e Rádio Rock in Rio, criados pelo Grupo Mobi.

O Google lançou na última sexta-feira, dia 16, a Chrome Web Store Brasil. Com conteúdo todo em português e de relevância para o público brasileiro, no endereço já estão disponíveis mais de 50 versões para download. Lançada há nove meses nos Estados Unidos, a loja virtual está presente em mais de 24 países e possui aplicativos que vão de entretenimento a ferramentas para web. Das opções disponíveis no país, 26 foram produzidas pelo grupo Mobi, que é o principal parceiro do lançamento do canal no Brasil, entre elas BM&FBovespa, Claro Clube e Rádio Rock in Rio.


Por Letícia Alasse, do Mundo do Marketing

Na Web, pequenos já podem enfrentar os grandes e vencer

Na Web, pequenos já podem enfrentar os grandes e vencerCom a massificação de acesso e interatividade, a maré está para peixe, principalmente os pequenos. Eles têm a vantagem de trazer novos conceitos, serem mais ágeis, não hesitam em errar e se adaptam rápido, com uma enorme energia para gastar. Os melhores negócios se fazem assim, com idéias apaixonantes, que movem pessoas e equipes como peixes e cardumes.

Ou seja, estamos falando do motor principal para as empresas, que fará diferença na internet. Não é capital ou investimento ou tamanho, mas a força vital de fazer, realizar, empreender, buscando trabalho e vida melhor com prazer e paixão.

Este sentimento está no ambiente da grande rede e pode servir de lição para todos. Assim surgiram empresas como Google, Twitter e outras. Empreendedorismo é também uma paixão para nós e não faltam empresários brasileiros bens sucedidos.

Siga os conselhos abaixo para sua empresa ou negócio marcar território na web e se fazer presente:

1 – Mergulhe, nade: estar na web é fundamental
Pode ser por site, blog, Facebook, Twitter. Existem muitas opções para quem ainda não explorou o ambiente, mas é fundamental começar logo. Os peixes são extremamente sensíveis ao ambiente. Você deve atuar assim na internet, observando tudo, seguindo os movimentos. Quem está há mais tempo nestas águas tem alguma vantagem, mas nada que você não possa alcançar com esforço e entusiasmo. Na web, qualquer um deve aprender a nadar melhor a cada dia.

2 – Nade rápido, corra atrás: a comunicação é você, a sua cara
Esqueça os modelos e soluções da era pré-web. Dá para fazer muito barulho sem a verba enorme de mídias tradicionais ou equipes grandes.

E claro, ninguém melhor do que você mesmo para “vender o peixe”. Conceito ou Design não vão substituir isso, mas podem aprimorar e dar uma forma certa para as peças e meios de comunicação adequados.

3 – Marketing digital, mídias e redes sociais: descubra quem entende seu ritmo
Para este aspecto seja tão exigente quanto é com você mesmo. Nunca tantos profissionais tornaram-se peritos nos mesmos assuntos. Avalie bem, troque idéias, peça propostas, planos. Contrate profissional, agência ou assessoria que fale a sua linguagem. Mais que orçamento, discuta parceria, comprometimento e criatividade. E saiba exigir o troco, pois com os novos recursos da comunicação dá para avaliar muito bem resultados e retorno, a curto e médio prazo.

4 – Tudo depende dos outros: adapte-se aos cardumes
Quem não entender a linguagem dos cardumes e das correntes marítimas não conseguirá resistir às variações da maré. Isto vale não só para concorrentes, e mercado, mas principalmente para clientes e consumidores. Querendo ou não, você está ligado por um fio invisível a cada um deles. Aproveite esta conexão para passar boa imagem, respeito e qualidade de atendimento e serviço. Qualquer desatenção ou erro fará o ruído disso ter um efeito inverso, podendo passar de um para milhões. Saiba monitorar, ouvir e principalmente, dialogar.

Nestes mares digitais, seja qual for o tamanho dos peixes, agora eles tem o poder e a oportunidade de provocar grandes ondas. Mas na web, como nos oceanos, tudo muda muito, o tempo todo. Para você e para milhões, em qualquer negócio, respirar e nadar passa a ser uma questão de vida e morte.

Tem muito peixe grande correndo atrás dos cardumes. Portanto, seja como for, pense e aja rápido.

Por Roberto Tostes – Ponto Marketing

Que tal conhecermos um pouco da história de Tim Cook, o novo CEO da Apple?

A notícia da renúncia de Steve Jobs ao cargo de CEO da Apple sem dúvidas foi recebida com muita tristeza pela maioria de nós, mas não podemos negar que esse descanso é, além de muito merecido, acima de tudo necessário. Jobs sempre foi muito capaz de tomar decisões inteligentes, por isso, precisamos levar fé em Tim Cook, pessoa indicada por Jobs para assumir sua posição no cargo máximo da empresa.

A partir de agora é provável que o nome de Tim Cook apareça bastante na midia, então, que tal utilizarmos aqueles 5 minutinhos do café para conhecermos melhor a cara do novo manda chuvas da Apple?

Cook, 50 anos, nasceu em 01 de novembro de 1960 no estado do Alabama. Na época seu pai trabalhando em um estaleiro e sua mãe era dona de casa. Tim nunca teve uma vida fácil e após estudar bastante para se formar como Engenheiro Industrial pela Universidade de Auburn, foi rapidamente contratado pela IMB, local onde permaneceu por 12 anos.

Cook se mostrou extremamente esforçado após ingressar em seu primeiro grande emprego, enquanto tentava conquistar a confiança de seus superiores se voluntariando para trabalhar no natal e ano novo, Cook também buscava tempo para conseguir concluir seu curso de MBA (concluido em 1988).

Após sua saída da IBM em 1994, Cook ainda trabalhou na Intelligend Eletronics e na Compaq até ser finalmente contratado por Steve Jobs em 1998 para trabalhar na Apple. Cook ingressou na Apple como Vice-Presidente Sênior de Operações Globais e possuia uma sala bem próxima a de Steve Jobs.

Na época a Apple estava passando por um periodo negro em sua história e precisava desesperadamente cortar gastos para sobreviver. A primeira grande decisão de Cook foi tirar da Apple a responsabilidade total pelo desenvolvimento e montagem dos componentes que compunham os produtos da empresa, para isso, Cook buscou em fornecedores externos as peças que precisavam para montar boa parte de seus produtos.

As decisões de Cook foram tão importantes para o crescimento da Apple que em sua biografia na página da Apple existe um trexo falando que “Cook desempenhou um papel chave no crescimento contínuo das relações da Apple com seus fornecedores estratégicos, garantindo assim cada vez mais flexibilidade como resposta para um mercado cada vez mais complexo e exigente.

Durante seus primeiros anos na Apple, Cook se mostrou tão capaz que foi conseguindo puxar para sí, várias outras responsabilidades além de seu cargo, incluindo a liderança da divisão de vendas e de suporte ao cliente da Apple. Depois de todo esse trabalho Cook foi nomeado COO da empresa em 2007.

A primeira vez que Cook assumiu, temporariamente, o lugar de Jobs na empresa foi em 2004, quando Jobs precisou se recuperar de uma operação para cuidar de seu câncer no pâncreas. A segunda vez foi em 2009 (Cook já assumia o cargo de COO da Apple), quando Jobs precisou se ausentar por vários meses para se recuperar de um transplante de fígado. A terceira e última vez que isso aconteceu foi em janeiro deste ano, quando Jobs, mais uma vez, precisou se ausentar para tratar de seu câncer.

Jobs está de licença médica desde janeiro. Desde então Cook tem desempenhado as funções como CEO da empresa. Essa situação permaneceu assim até ontem, quando Jobs finalmente encarou a dura realidade de que não possuia mais a saúde necessária para desempenhar o papel de CEO da empresa.

Juntando todo o tempo em que Cook esteve substituindo Jobs nestas últimas três ocasiões, somam-se mais de 1 ano de trabalho como CEO da empresa. Não há dúvidas de que Tim Cook é sim o nome certo para sentar na cadeira de Jobs, a qual, como de costume, já vinha sendo cada vez mais dele.

Termino essa matéria compartilhando com vocês o que Tim Cook falou para um repórter, quando indagado sobre se ele era ou não a pessoa certa para substituir Jobs:

“Qual é, substituir Steve? Jamais. Esse cara é insubstituível. Isso é algo que vocês precisam superar. Ainda consigo ver Steve com 70 anos e cabelos brancos trabalhando na Apple, bem depois de minha aposentadoria.”

Fonte: MyiNews

Veja carta de renúncia de Steve Jobs na íntegra

O ícone do Vale do Silício Steve Jobs renunciou na última quarta-feira (24/08) como presidente-executivo da Apple, encerrando o período de 14 anos durante o qual comandou a empresa que ajudou a fundar.

Reuters – Veja a carta de renúncia de Steve Jobs, que deixou o cargo de presidente-executivo da Apple nesta quarta-feira:


Ao Conselho Diretor da Apple e à Comunidade Apple:

Eu sempre disse que, se houvesse um dia em que eu não pudesse mais cumprir meus deveres e atender às expectativas como presidente-executivo da Apple, eu seria o primeiro a informá-lo. Infelizmente, esse dia chegou.

Por meio desta, renuncio do cargo de presidente-executivo da Apple. Gostaria de servir, caso o Conselho o aprove, como presidente do Conselho da Apple, diretor e funcionário da Apple.

Quanto ao meu sucessor, recomendo fortemente que executemos nosso plano de sucessão com a nomeação de Tim Cook como presidente-executivo da Apple.

Acredito que a Apple está à frente de seus dias mais brilhantes e inovadores. E estou ansioso para observar e contribuir para seu sucesso no meu novo posto.

Fiz alguns dos melhores amigos da minha vida na Apple, e agradeço a todos vocês pelos muitos anos nos quais pude trabalhar ao seu lado.

 

O ícone do Vale do Silício Steve Jobs renunciou nesta quarta-feira como presidente-executivo da Apple, encerrando o período de 14 anos durante o qual comandou a empresa que ajudou a fundar em uma garagem.

Jobs – sobrevivente de um câncer no pâncreas que estava de licença médica desde 17 de janeiro por condições de saúde não reveladas– será substituído pelo vice-presidente operacional Tim Cook.

Magazine Luiza cria venda direta pelas redes sociais

Rede aposta no social commerce. Usuários poderão comercializar produtos da empresa no Facebook e Orkut.

O Magazine Luiza promete revolucionar o varejo com o lançamento de uma venda direta pelas redes sociais, o clique a clique. Em um projeto inédito no Brasil, a empresa criou um novo canal de vendas em que qualquer pessoa poderá criar sua vitrine no Facebook e no Orkut com produtos da loja virtual da rede e vender a seus amigos. Chamado de Magazine Você, a novidade é uma aposta no social commerce.
No novo modelo, os consultores de vendas ganharam o nome de divulgador e receberão entre 2,5% e 4,5% de comissão por produto vendido aos amigos nas redes sociais. As pessoas poderão personalizar suas lojas com seus nomes, como, por exemplo, MagazinedoJoão. Com o lançamento previsto para até o fim de agosto, o projeto que levou um ano para ser concretizado – entre pesquisas e desenvolvimento – começa pelos funcionários da empresa.

Nos primeiros três meses, apenas um parente de cada funcionário poderá criar uma vitrine, limitada a 60 produtos. Depois, será a vez dos clientes da rede que poderão ingressar no modelo de venda direta pela internet. Somente no nono mês, já com 10 mil consultores de venda, é que será aberto para qualquer pessoa montar sua loja virtual com a chancela do Magazine Luiza. Enquanto isso, os interessados podem fazer seu cadastro.

Canal está de olho em 1 milhão de novos consumidores
A compra por recomendação não é novidade, mas ganhou força com a internet e, nos últimos anos, com as redes sociais. “A venda pela rede social era um meio em que as pessoas trocavam informações. Agora, elas poderão comprar na própria rede social”, afirma Frederico Trajano, Diretor de Vendas e Marketing do Magazine Luiza. No Brasil, 85% dos acessos na internet têm como destino as redes sociais e 70% das pessoas levam em consideração a opinião de amigos e familiares na hora de comprar.

Pelo aplicativo criado pela empresa em parceria com o Facebook e com o Google, as pessoas poderão fazer todo o processo de compra nas próprias redes sociais que, juntas, têm mais de 100 milhões de perfis de brasileiros. Haverá um meio de atendimento específico para o novo canal de vendas, que será totalmente integrado à loja virtual da empresa. O chamado C2C, venda de consumidor para consumidor, é a aposta do Magazine Luiza para atingir novos consumidores e ter mais assertividade e precisão na sua comunicação. Os próprios usuários atuarão como divulgadores dos produtos. A ideia é que, se uma pessoa tem gostos por culinária, ela divulgue produtos relacionados e, assim, haja uma segmentação e pertinência maior junto aos seus potenciais compradores.

A meta do Magazine Luiza é atingir um milhão de novos consumidores em nove meses. Primeira varejista tradicional a ingressar no ambiente digital em 2000, suas vendas pela internet representam 15% do faturamento. A rede diz ser a única realmente multicanal, em que o cliente pode comprar pela internet ou na loja e ter toda a assistência on e offline, com uma única marca e um mesmo CNPJ. Este ano, as vendas pela web da empresa cresceram 50%, mesmo tendo aumentado sua receita em 75% em 2010.