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Todos já estão usando E-mail Marketing. Sua empresa não pode ficar pra trás!

O email marketing continua sendo listado como uma das principais fontes de receita de ecommerces e também é parte essencial da comunicação de empresas que não atuam com vendas online, mas estabelecem um contato com seus clientes através de um site institucional ou de redes sociais. Acreditamos que toda empresa precisa desse meio de comunicação que oferece tantas possibilidades de personalização e contato com seu público-alvo. Se a sua empresa não utiliza esta poderosa ferramenta de marketing, este post é pra você! Levantamos alguns dados que gostaríamos que você levasse em consideração e ao final do post, vamos lhe dar um “empurrãozinho” para você não ter mais desculpas. Confira!

Qual é a necessidade da sua empresa?
Nutrir o relacionamento com prospects? Comunicar uma novidade para os clientes? Promover um desconto? Promover um conteúdo gratuito? Não há certo ou errado na hora de definir as necessidades do negócio. É preciso olhar para elas e entender como o email marketing pode servir como solução.

Melhor taxa de conversão e aumento de receita
De acordo com o Ecommerce Brasil, uma pesquisa realizada comprova que o Email Marketing foi responsável por 23% do total de vendas de empresas em geral.*
As mensagens de email marketing poderão se tornar uma de suas principais fontes de conversão!

Ótimo custo X benefício!
As mensagens podem ser enviadas na frequência que você definir como ideal e para quantos e-mails você quiser. E você ainda pode avaliar cliques e vendas, para ver o real retorno do canal! Possuímos planos que a partir de 2.500 envios por mês, neste plano, cada envio sai por apenas R$ 0,01. E tem mais, quanto mais disparos você compra, menos você paga (podendo chegar a R$ 0,004 o disparo).

Fácil de usar!
Nada de sistemas complicados, nossa ferramenta de envio de email marketing conta com modelos prontos, criação de listas de contatos para segmentação e relatório de resultados. Uma ferramenta profissional para facilitar a criação e envio de suas campanhas de email marketing.

Todos já estão usando!
Em pesquisa realizada pela Virtual Target, 90% das empresas disseram investir em ações de e-mail marketing.* Sua empresa não pode ficar pra trás, comece agora mesmo!

Algumas vantagens da ferramenta
De maneira prática e sucinta, podemos citar alguns pontos principais:

  • Você poderá conhecer melhor o seu público real – muitas vezes o e-mail marketing revela que as empresas estão falando com usuários que fogem do que inicialmente se imaginava como sendo o público-alvo;
  • Baseado em sua necessidade de giro de estoque ou de oferta de serviços, você poderá criar campanhas de envio direcionadas;
  • A cada disparo de e-mail, você conseguirá analisar os resultados não só de conversão, mas também de costumes e hábitos do seu público-alvo;
  • O e-mail permite que o relacionamento entre empresa e cliente seja duradouro. A partir do momento em que as preferências de cada usuário são conhecidas pela empresa, a comunicação tende a se tornar cada vez mais personalizada e assertiva.

O Email Marketing para a SUA EMPRESA
Se os cases de sucesso e livros que você lê sobre o assunto não te convencem de que o email marketing é uma ótima ferramenta para a sua empresa, a gente ajuda você a entender sobre como seus resultados podem melhorar com uma boa estratégia:

  • Para quem está começando do zero, existem práticas que auxiliam na criação de um mailing (lista com endereços de email de seus contatos) qualificado para cada tipo de negócio. Afinal, nenhuma empresa é igual, então existem alguns passos que podem ser seguidos para que seja possível estabelecer um contato relevante com seus clientes e futuros clientes.
  • O email marketing pode ser utilizado para todas as intenções seguintes: fortalecimento e/ou conhecimento de marca, fins institucionais, vendas online, vendas off-line, pesquisas sobre comportamento, coleta de dados, informativos… Cada empresa pode desenvolver diferentes técnicas para utilizar o email marketing em seu favor.
  • Se você nunca trabalhou com email marketing, existem inúmeros materiais educativos para os mais diversos nichos de mercado. De qualquer maneira, a prática e os testes irão garantir os melhores resultados para a sua empresa, considerando que essas práticas irão resultar em estratégias exclusivas e personalizadas, focadas somente para o seu negócio.

Melhore a comunicação e as vendas da sua empresa
Agora é a sua vez de praticar. Que tal começar agora mesmo a utilizar uma ferramenta de disparos de email marketing? Você acaba de ganhar 2.000 disparos! Teste GRATUITAMENTE a ferramenta de email marketing da Z.Mídia. Você precisa apenas de um domínio (Ex.: minhaempresa.com.br) e ter um plano ativo de Hospedagem de Sites (com qualquer empresa).

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*Fonte Ecommerce Brasil.

Venda de imóveis não vive mais sem internet, aplicativos e redes sociais

Quase 100% das compras passam em algum momento pela internet.

Nada de entrar em canteiros de obras ou stand de vendas. Já há alguns anos, quando um consumidor decide comprar um imóvel, o seu ponto de partida é a internet. Por isso, construtoras e imobiliárias passaram a investir em conteúdo e ferramentas digitais para conquistar o público e se aproximar dos clientes. Sites, blogs, canais multimídia, perfis em redes sociais, aplicativos para smartphones, ações mobile e atendimento online formam a base do alicerce para se vender uma casa atualmente.

As compras de imóveis pela internet, no entanto, estão ainda longe de ser uma modalidade de transação efetiva. Os tramites burocráticos da ação não permitem que o consumidor realize todas as etapas da compra no conforto da sua casa. As imobiliárias, por outro lado, oferecem cada vez mais serviços online, deixando apenas que as assinaturas de contrato sejam presenciais. Até os casos de compras do exterior, por enquanto, são realizados por um procurador.

“Acredito que vamos ainda vender um empreendimento 100% pela internet. Não será hoje, mas no futuro conseguiremos que o cliente escolha e compre seu imóvel por meio de um certificado e uma assinatura digital, que já existe, e faça o pagamento da entrada via internet bank”, declara Gustavo Zobaran, especialista em Comércio Eletrônico e Coordenador de Departamento de Marketing Digital da Brookifield, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Estratégias para diversificar no mercado
Os meios digitais têm um papel importante no plano de divulgação, venda e pós-venda de empreendimentos imobiliários. Em 2010, a Cyrela contabilizou 20% das vendas realizadas por meio de um canal online, o dobro do ano anterior. O site da companhia recebeu quatro milhões de visitas no mesmo período. “Acreditamos que uma fração desses acessos gera contatos e uma fração de contatos gerará vendas”, afirma Fernando Moulin, Gerente-geral de E-Business da Cyrela Brazil Realty, em entrevista ao portal.

Em 2011, as construtoras passaram a investir em novidades para atrair o público e aumentar o relacionamento das empresas com os clientes, com ações desde o chat online com os corretores a aplicativos para smartphones e canais de comunicação pelas redes sociais. Afinal, a busca por imóvel no meio digital não é mais uma novidade e todas as imobiliárias já possuem, pelo menos, uma página na web.

Por isso, a Coelho da Fonseca aumentou sua presença nas redes sociais como um caminho para o crescimento de vendas. Recentemente, a empresa criou um brand channel no Youtube com mais de 1.200 vídeos com lançamentos e informações que os internautas buscam por meio de filtros ou por um mapa. Somente em três dias no ar, o canal de pesquisa já tinha recebido mais de 10 mil acessos. “Percebemos que o cliente passava muito tempo olhando os vídeos no site e decidimos criar uma ferramenta totalmente inédita na América Latina”, afirma Allan Fonseca, Diretor de Canais e Inovação da Coelho da Fonseca, em entrevista ao Mundo do Marketing.

A busca pela inovação
A plataforma de atendimento online da Cyrela existe desde 2003 e após tanto tempo a empresa decidiu inovar na comunicação com o cliente. No início do ano, a companhia estreou no Facebook com a intenção de criar uma plataforma direta de diálogo com os compradores. O chat virtual com o corretor do site passou a ser disponível também na fan page da marca, que hoje conta com mais de 8,4 mil usuários.

“A capacitação do corretor online na relação com o cliente é totalmente direcionada para converter o contato em uma visita, um agendamento e até uma possível venda. Consideramos que um negócio foi fechado pela internet quando todo o processo de escolha é realizado por meio desse corretor”, explica Moulin, da Cyrela.

Na busca pela inovação a construtora também entrou no Instagram. A rede social de compartilhamento de fotos pelo Iphone foi usada como ferramenta para a campanha promocional “Decora Minha Casa”, realizada em parceria com a Florense Alphaville. A ação, ainda em andamento, premiará um usuário com móveis planejados no valor de R$ 10 mil para transformar um cômodo da casa. Com o projeto, a Cyrela pretende transmitir o conceito de realizadora de sonhos e aumentar o relacionamento da marca com os consumidores.

Ações de mudança
Para ir além, a Coelho da Fonseca disponibilizou o site e sua página no Facebook em seis línguas para aumentar a comunicação com todos os públicos, já que os estrangeiros representam 5% dos acessos totais dos canais da empresa. Presente em 16 capitais brasileiras, a imobiliária de alta renda estima que 30% das vendas realizadas no ano passado começaram pelo meio online.

“Para não criar confusão no mercado, não comunicamos que realizamos vendas pela internet. Mas quase 100% dos clientes para procurarem um imóvel em algum momento passam pela internet”, esclarece Allan Fonseca.

A falta de uma regulamentação e indicadores do comércio eletrônico, principalmente no setor imobiliário, não permitem que as companhias digam que realizaram vendas pela internet. Apenas mediante uma norma reguladora, que faça com que todas as empresas sigam os mesmos indicadores, é que será creditada uma quantificação de vendas online. Cada empresa segue atualmente seus próprios padrões.

Realizações pioneiras
Já é possível, contudo, receber informações de imóveis até mesmo por SMS. Nas placas de vende-se de algumas casas relacionadas a Coelho da Fonseca, por exemplo, o consumidor encontra um código para enviar uma mensagem e recebe todas as informações e fotos da casa pelo celular. A ação realiza um movimento de crossmedia, transportando os usuários da mídia offline para os canais online.

Indo para o relacionamento com o cliente online, a Masb, criada em 2007, a partir de uma equipe de antigas construtoras, criou o portal meu Meu Masb, que permite aos clientes terem todos os dados financeiros, boletos bancários, estatísticas do andamento das obras e a possibilidade de antecipar as parcelas do pagamento apenas acessando o canal. Em ação desde o começo do ano, a página recebeu 52 mil visitas e 40% dos clientes já a utilizam.

“Trabalhamos com empreendimento na planta e o ciclo é muito longo, geralmente três anos. Durante este tempo, recebíamos muitas demandas, principalmente de questões financeiras, por isso há um ano e meio começamos a planejar o canal de relacionamento com o cliente parar resolver estas questões em um ambiente totalmente online”, conta Camila Enoque, Coordenadora de Comunicação da Masb, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Na Web, pequenos já podem enfrentar os grandes e vencer

Na Web, pequenos já podem enfrentar os grandes e vencerCom a massificação de acesso e interatividade, a maré está para peixe, principalmente os pequenos. Eles têm a vantagem de trazer novos conceitos, serem mais ágeis, não hesitam em errar e se adaptam rápido, com uma enorme energia para gastar. Os melhores negócios se fazem assim, com idéias apaixonantes, que movem pessoas e equipes como peixes e cardumes.

Ou seja, estamos falando do motor principal para as empresas, que fará diferença na internet. Não é capital ou investimento ou tamanho, mas a força vital de fazer, realizar, empreender, buscando trabalho e vida melhor com prazer e paixão.

Este sentimento está no ambiente da grande rede e pode servir de lição para todos. Assim surgiram empresas como Google, Twitter e outras. Empreendedorismo é também uma paixão para nós e não faltam empresários brasileiros bens sucedidos.

Siga os conselhos abaixo para sua empresa ou negócio marcar território na web e se fazer presente:

1 – Mergulhe, nade: estar na web é fundamental
Pode ser por site, blog, Facebook, Twitter. Existem muitas opções para quem ainda não explorou o ambiente, mas é fundamental começar logo. Os peixes são extremamente sensíveis ao ambiente. Você deve atuar assim na internet, observando tudo, seguindo os movimentos. Quem está há mais tempo nestas águas tem alguma vantagem, mas nada que você não possa alcançar com esforço e entusiasmo. Na web, qualquer um deve aprender a nadar melhor a cada dia.

2 – Nade rápido, corra atrás: a comunicação é você, a sua cara
Esqueça os modelos e soluções da era pré-web. Dá para fazer muito barulho sem a verba enorme de mídias tradicionais ou equipes grandes.

E claro, ninguém melhor do que você mesmo para “vender o peixe”. Conceito ou Design não vão substituir isso, mas podem aprimorar e dar uma forma certa para as peças e meios de comunicação adequados.

3 – Marketing digital, mídias e redes sociais: descubra quem entende seu ritmo
Para este aspecto seja tão exigente quanto é com você mesmo. Nunca tantos profissionais tornaram-se peritos nos mesmos assuntos. Avalie bem, troque idéias, peça propostas, planos. Contrate profissional, agência ou assessoria que fale a sua linguagem. Mais que orçamento, discuta parceria, comprometimento e criatividade. E saiba exigir o troco, pois com os novos recursos da comunicação dá para avaliar muito bem resultados e retorno, a curto e médio prazo.

4 – Tudo depende dos outros: adapte-se aos cardumes
Quem não entender a linguagem dos cardumes e das correntes marítimas não conseguirá resistir às variações da maré. Isto vale não só para concorrentes, e mercado, mas principalmente para clientes e consumidores. Querendo ou não, você está ligado por um fio invisível a cada um deles. Aproveite esta conexão para passar boa imagem, respeito e qualidade de atendimento e serviço. Qualquer desatenção ou erro fará o ruído disso ter um efeito inverso, podendo passar de um para milhões. Saiba monitorar, ouvir e principalmente, dialogar.

Nestes mares digitais, seja qual for o tamanho dos peixes, agora eles tem o poder e a oportunidade de provocar grandes ondas. Mas na web, como nos oceanos, tudo muda muito, o tempo todo. Para você e para milhões, em qualquer negócio, respirar e nadar passa a ser uma questão de vida e morte.

Tem muito peixe grande correndo atrás dos cardumes. Portanto, seja como for, pense e aja rápido.

Por Roberto Tostes – Ponto Marketing

Magazine Luiza cria venda direta pelas redes sociais

Rede aposta no social commerce. Usuários poderão comercializar produtos da empresa no Facebook e Orkut.

O Magazine Luiza promete revolucionar o varejo com o lançamento de uma venda direta pelas redes sociais, o clique a clique. Em um projeto inédito no Brasil, a empresa criou um novo canal de vendas em que qualquer pessoa poderá criar sua vitrine no Facebook e no Orkut com produtos da loja virtual da rede e vender a seus amigos. Chamado de Magazine Você, a novidade é uma aposta no social commerce.
No novo modelo, os consultores de vendas ganharam o nome de divulgador e receberão entre 2,5% e 4,5% de comissão por produto vendido aos amigos nas redes sociais. As pessoas poderão personalizar suas lojas com seus nomes, como, por exemplo, MagazinedoJoão. Com o lançamento previsto para até o fim de agosto, o projeto que levou um ano para ser concretizado – entre pesquisas e desenvolvimento – começa pelos funcionários da empresa.

Nos primeiros três meses, apenas um parente de cada funcionário poderá criar uma vitrine, limitada a 60 produtos. Depois, será a vez dos clientes da rede que poderão ingressar no modelo de venda direta pela internet. Somente no nono mês, já com 10 mil consultores de venda, é que será aberto para qualquer pessoa montar sua loja virtual com a chancela do Magazine Luiza. Enquanto isso, os interessados podem fazer seu cadastro.

Canal está de olho em 1 milhão de novos consumidores
A compra por recomendação não é novidade, mas ganhou força com a internet e, nos últimos anos, com as redes sociais. “A venda pela rede social era um meio em que as pessoas trocavam informações. Agora, elas poderão comprar na própria rede social”, afirma Frederico Trajano, Diretor de Vendas e Marketing do Magazine Luiza. No Brasil, 85% dos acessos na internet têm como destino as redes sociais e 70% das pessoas levam em consideração a opinião de amigos e familiares na hora de comprar.

Pelo aplicativo criado pela empresa em parceria com o Facebook e com o Google, as pessoas poderão fazer todo o processo de compra nas próprias redes sociais que, juntas, têm mais de 100 milhões de perfis de brasileiros. Haverá um meio de atendimento específico para o novo canal de vendas, que será totalmente integrado à loja virtual da empresa. O chamado C2C, venda de consumidor para consumidor, é a aposta do Magazine Luiza para atingir novos consumidores e ter mais assertividade e precisão na sua comunicação. Os próprios usuários atuarão como divulgadores dos produtos. A ideia é que, se uma pessoa tem gostos por culinária, ela divulgue produtos relacionados e, assim, haja uma segmentação e pertinência maior junto aos seus potenciais compradores.

A meta do Magazine Luiza é atingir um milhão de novos consumidores em nove meses. Primeira varejista tradicional a ingressar no ambiente digital em 2000, suas vendas pela internet representam 15% do faturamento. A rede diz ser a única realmente multicanal, em que o cliente pode comprar pela internet ou na loja e ter toda a assistência on e offline, com uma única marca e um mesmo CNPJ. Este ano, as vendas pela web da empresa cresceram 50%, mesmo tendo aumentado sua receita em 75% em 2010.

Facebook abre primeiro escritório no Brasil

Localizado em São Paulo, local já busca funcionários na área de finanças e comunicação.

FacebookO Brasil está em alta no Facebook: a rede social de Mark Zuckerberg vai abrir, na cidade de São Paulo, seu primeiro escritório da América Latina. Alexandre Hohagen, vice-presidente do serviço na região, vai assumir a gerência do estabelecimento, que já conta com cerca de 15 funcionários, mas está com vagas abertas.

Segundo o jornal O Globo, o foco da sede brasileira deve ser a publicidade. O país, afinal, é um bom local para isso: o número de associados ao Facebook chegou aos 25 milhões neste ano, contra apenas 6 milhões de pessoas em 2010.

Se você está interessado em ingressar na rede social como empregado, pode consultar a página de carreiras do site, que contém os serviços possíveis e os requisitos para ingressar na empresa. Há sete vagas a serem preenchidas, entre elas as de gerentes de conta, de comunicação, de operações financeiras e diretor de operações e vendas on-line. As competências exigidas para cada cargo e os benefícios oferecidos se encontram no site da empresa.

Além do Brasil, o Facebook tem mais 14 escritórios em países do mundo todo. Para conhecer todas as vagas oferecidas pela empresa, clique aqui.

Fonte: TecMundo

Como o brasileiro busca na web?

Google e a iProspect Brasil realizaram uma pesquisa sobre o comportamento de busca dos internautas e qual a influência das ações de marketing offline nesta atividade. O levantamento foi encomendado pela Forrester Research e consiste na reedição de um estudo realizado pela empresa nos Estados Unidos. Foram entrevistadas duas mil pessoas, entre 14 e 45 anos, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, Curitiba, Brasília, Ribeirão Preto, Presidente Prudente, São José dos Campos e São José do Rio Preto.

Segundo a pesquisa, 93% dos brasileiros se conectam pelo menos uma vez por dia e 85% utilizam o serviço de busca diariamente. Já 79% realizam buscas após serem impactados por ações publicitárias em mídias offline, sendo que o “Boca a boca/Indicação” responde por 53% dos estímulos, seguido por “Anúncio na TV” (51%), “Anúncio de Revista/Jornais” (35%) e “Lojas Físicas” (27%). A resposta a comentários e anúncios é feita no mesmo dia em 49% casos.

Para 47% dos entrevistados a procura é realizada pelo nome do produto ou serviço; 30% vão atrás do nome de empresa/prestadora; 7% buscam slogan ou anúncio, 6% elementos referenciais na propaganda, e 9% outros termos.

Para Patrícia Maschio, diretora geral da iProspect Brasil, é importante conhecer o perfil dos internautas brasileiros para elaborar estratégias de marketing mais assertivas, mesclando as mídias online e offline. Já Pedro Frigo, head de pesquisas do Google para América Latina, acredita que a integração dos canais offline e online contribui para um resultado melhor em campanhas publicitárias.

Fonte: Ikeda Blog

Evento aborda o papel das mídias sociais para as empresas

A Marcus Evans promove o encontro Corporate Social Media nos próximos dias 24 e 25, em São Paulo. O evento apresentará temas que exploram desde as barreiras corporativas existentes na implantação das redes sociais até a mensuração de resultados por meio dos canais digitais. Participarão 22 profissionais de empresas como Motorola, General Motors, Mastercard, Citibank, Volvo, Claro, Danone, Walt Disney, Itautec, Gol e Tecnisa, que abordarão casos de sucesso sobre a integração das redes sociais ao planejamento estratégico das empresas.

A conferência é voltada para profissionais atuante nas áreas de Marketing, Tecnologia e Inovação e tem o objetivo de fornecer informações estratégicas de negócios e oportunidade de relacionamento com profissionais de sucesso no mercado. Os interessados podem se inscrever pelo site da empresa ou pelo email marcelam@marcusevansch.com.

Marcus Evans promove o encontro Corporate Social Media nos próximos dias 24 e 25, em São Paulo.
Fonte: Mundo do Marketing

Marisa reposiciona comunicação para se aproximar das consumidoras

#Vou de MarisaMarca reformula catálogo de produtos e expande atuação na internet com canal no Youtube e blog sobre moda.

A Marisa pretende ampliar o diálogo com a consumidora da classe C. A empresa lança o conceito “A gente é mulher, a gente se entende”, para se aproximar de suas clientes. Uma das medidas adotadas foi a reformulação do catálogo de produtos, que passa agora a ser um guia de moda, chamado “#Vou de Marisa”. A revista também passou por uma adequação de tamanho para caber nas bolsas das mulheres, permitindo mais tempo de contato com a marca.

Como parte da iniciativa, a Marisa ampliou a sua atuação na internet. Além do Facebook e Twitter, a empresa criou um canal no Youtube e um blog, em que as consumidoras poderão encontrar dicas e informações sobre tendências de moda. Quem assina as mudanças é a agência Fischer&Friends.

Marisa amplia a sua atuação na internet

Fonte: Mundo do Marketing

Novo consumidor do e-commerce é da baixa renda

Em média, a base da pirâmide gasta praticamente o mesmo que a classe AB a cada compra.

Engana-se quem pensa que o comércio eletrônico é um território pouco conhecido pela baixa renda. Mais do que pesquisas de preço, os consumidores emergentes têm utilizado a internet para adquirir produtos, especialmente de categorias como eletrodomésticos e eletrônicos. Os valores competitivos oferecidos na web e a facilidade de parcelamento são alguns dos fatores que têm motivado os consumidores destas classes a comprar online.

De acordo com um levantamento da e-bit, do total de pessoas que adquiriu um produto na internet pela primeira vez no primeiro semestre de 2011, 61% possui renda familiar igual ou menor a R$ 3 mil. Os números são um indicativo de que a base da pirâmide está mais conectada e consumindo: em 2009, 44,6% dos e-consumidores do mercado brasileiro pertenciam, na melhor das hipóteses, à classe C. Este quadro mudou e, no primeiro semestre deste ano, o percentual subiu para 46,5%, correspondendo a cerca de cinco milhões de novos consumidores.

“A popularização da internet e do comércio eletrônico atraiu um perfil de consumo mais amplo, que passa a fazer compra de produtos com ticket médio maior, como máquina de lavar e geladeira. O consumidor emergente tem ao seu lado o parcelamento, a percepção de preços menores e a comodidade”, explica Alexandre Umberti, Diretor de Marketing da e-bit, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Maioria feminina
Em relação ao perfil, a maioria dos novos consumidores é feminina, com 55% de mulheres do total de novos entrantes da classe C. Já a média de idade fica entre 35 e 49 anos, a faixa mais representativa também para o e-commerce como um todo. Ainda segundo a pesquisa da e-bit, a região Sudeste possui a maior fatia dos novos e-consumidores de baixa renda, com 64%, seguida pelo Nordeste e pelo Sul, com 14% e 12%, respectivamente.

O aumento de referências positivas sobre a experiência de consumir online, seja de amigos, parentes ou até mesmo usuários de redes sociais, vem contribuindo para o crescimento das compras realizadas na internet por parte das classes C e DE. Basicamente, a diferença entre estes consumidores e os do topo da pirâmide é a frequência de compras.

Enquanto o ticket médio geral do varejo eletrônico no primeiro semestre de 2011 foi de R$ 355,00, a baixa renda gastou R$ 320,00 a cada compra. Quando analisadas apenas as pessoas dessa faixa de renda que fizeram sua primeira compra no mesmo período, o valor médio é ainda maior: R$ 340,00, contra R$ 330,00 em 2009.

Grandes players emprestam credibilidade
Se por um lado os consumidores emergentes compram itens mais caros, com um intervalo de tempo maior, por outro, o topo da pirâmide está presente em praticamente todas as categorias do e-commerce, o que explica a proximidade do ticket médio. “A classe AB compra de tudo, desde os mesmos produtos que a C, como geladeiras e TV LCD, até itens mais corriqueiros, caso de medicamentos, perfumes, livros, CDs e DVDs”, conta o Diretor de Marketing da e-bit.

Apesar da similaridade no comportamento de todas as classes sociais, categorias como livros, revistas e jornais não são tão representativas entre a base da pirâmide, enquanto telefonia e celular ganham mais destaque nas compras dos consumidores dessa faixa de renda. Outro movimento importante para o aumento das compras online efetuadas pelos emergentes é a chegada de grandes players do varejo na internet.

Nos últimos três anos, os brasileiros viram redes como Casas Bahia, Walmart e Carrefour lançarem suas lojas virtuais. Mas, ao contrário do que a maioria possa pensar, as classes C e DE não estão inclinadas a comprar apenas em varejistas eletrônicos que estejam também presentes em pontos de venda físicos.

“Perceber a presença dessas marcas é importante. Os consumidores emergentes começam a desbravar a internet e entender que existem outras formas de confiar numa loja. Quando uma grande marca chega à web, o consumidor pensa que, se está na internet, é porque o ambiente online é seguro. A internet como um todo ganha credibilidade”, acredita Umberti.

 

Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing