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Author: João Paulo

Que tal conhecermos um pouco da história de Tim Cook, o novo CEO da Apple?

A notícia da renúncia de Steve Jobs ao cargo de CEO da Apple sem dúvidas foi recebida com muita tristeza pela maioria de nós, mas não podemos negar que esse descanso é, além de muito merecido, acima de tudo necessário. Jobs sempre foi muito capaz de tomar decisões inteligentes, por isso, precisamos levar fé em Tim Cook, pessoa indicada por Jobs para assumir sua posição no cargo máximo da empresa.

A partir de agora é provável que o nome de Tim Cook apareça bastante na midia, então, que tal utilizarmos aqueles 5 minutinhos do café para conhecermos melhor a cara do novo manda chuvas da Apple?

Cook, 50 anos, nasceu em 01 de novembro de 1960 no estado do Alabama. Na época seu pai trabalhando em um estaleiro e sua mãe era dona de casa. Tim nunca teve uma vida fácil e após estudar bastante para se formar como Engenheiro Industrial pela Universidade de Auburn, foi rapidamente contratado pela IMB, local onde permaneceu por 12 anos.

Cook se mostrou extremamente esforçado após ingressar em seu primeiro grande emprego, enquanto tentava conquistar a confiança de seus superiores se voluntariando para trabalhar no natal e ano novo, Cook também buscava tempo para conseguir concluir seu curso de MBA (concluido em 1988).

Após sua saída da IBM em 1994, Cook ainda trabalhou na Intelligend Eletronics e na Compaq até ser finalmente contratado por Steve Jobs em 1998 para trabalhar na Apple. Cook ingressou na Apple como Vice-Presidente Sênior de Operações Globais e possuia uma sala bem próxima a de Steve Jobs.

Na época a Apple estava passando por um periodo negro em sua história e precisava desesperadamente cortar gastos para sobreviver. A primeira grande decisão de Cook foi tirar da Apple a responsabilidade total pelo desenvolvimento e montagem dos componentes que compunham os produtos da empresa, para isso, Cook buscou em fornecedores externos as peças que precisavam para montar boa parte de seus produtos.

As decisões de Cook foram tão importantes para o crescimento da Apple que em sua biografia na página da Apple existe um trexo falando que “Cook desempenhou um papel chave no crescimento contínuo das relações da Apple com seus fornecedores estratégicos, garantindo assim cada vez mais flexibilidade como resposta para um mercado cada vez mais complexo e exigente.

Durante seus primeiros anos na Apple, Cook se mostrou tão capaz que foi conseguindo puxar para sí, várias outras responsabilidades além de seu cargo, incluindo a liderança da divisão de vendas e de suporte ao cliente da Apple. Depois de todo esse trabalho Cook foi nomeado COO da empresa em 2007.

A primeira vez que Cook assumiu, temporariamente, o lugar de Jobs na empresa foi em 2004, quando Jobs precisou se recuperar de uma operação para cuidar de seu câncer no pâncreas. A segunda vez foi em 2009 (Cook já assumia o cargo de COO da Apple), quando Jobs precisou se ausentar por vários meses para se recuperar de um transplante de fígado. A terceira e última vez que isso aconteceu foi em janeiro deste ano, quando Jobs, mais uma vez, precisou se ausentar para tratar de seu câncer.

Jobs está de licença médica desde janeiro. Desde então Cook tem desempenhado as funções como CEO da empresa. Essa situação permaneceu assim até ontem, quando Jobs finalmente encarou a dura realidade de que não possuia mais a saúde necessária para desempenhar o papel de CEO da empresa.

Juntando todo o tempo em que Cook esteve substituindo Jobs nestas últimas três ocasiões, somam-se mais de 1 ano de trabalho como CEO da empresa. Não há dúvidas de que Tim Cook é sim o nome certo para sentar na cadeira de Jobs, a qual, como de costume, já vinha sendo cada vez mais dele.

Termino essa matéria compartilhando com vocês o que Tim Cook falou para um repórter, quando indagado sobre se ele era ou não a pessoa certa para substituir Jobs:

“Qual é, substituir Steve? Jamais. Esse cara é insubstituível. Isso é algo que vocês precisam superar. Ainda consigo ver Steve com 70 anos e cabelos brancos trabalhando na Apple, bem depois de minha aposentadoria.”

Fonte: MyiNews

Veja carta de renúncia de Steve Jobs na íntegra

O ícone do Vale do Silício Steve Jobs renunciou na última quarta-feira (24/08) como presidente-executivo da Apple, encerrando o período de 14 anos durante o qual comandou a empresa que ajudou a fundar.

Reuters – Veja a carta de renúncia de Steve Jobs, que deixou o cargo de presidente-executivo da Apple nesta quarta-feira:


Ao Conselho Diretor da Apple e à Comunidade Apple:

Eu sempre disse que, se houvesse um dia em que eu não pudesse mais cumprir meus deveres e atender às expectativas como presidente-executivo da Apple, eu seria o primeiro a informá-lo. Infelizmente, esse dia chegou.

Por meio desta, renuncio do cargo de presidente-executivo da Apple. Gostaria de servir, caso o Conselho o aprove, como presidente do Conselho da Apple, diretor e funcionário da Apple.

Quanto ao meu sucessor, recomendo fortemente que executemos nosso plano de sucessão com a nomeação de Tim Cook como presidente-executivo da Apple.

Acredito que a Apple está à frente de seus dias mais brilhantes e inovadores. E estou ansioso para observar e contribuir para seu sucesso no meu novo posto.

Fiz alguns dos melhores amigos da minha vida na Apple, e agradeço a todos vocês pelos muitos anos nos quais pude trabalhar ao seu lado.

 

O ícone do Vale do Silício Steve Jobs renunciou nesta quarta-feira como presidente-executivo da Apple, encerrando o período de 14 anos durante o qual comandou a empresa que ajudou a fundar em uma garagem.

Jobs – sobrevivente de um câncer no pâncreas que estava de licença médica desde 17 de janeiro por condições de saúde não reveladas– será substituído pelo vice-presidente operacional Tim Cook.

Magazine Luiza cria venda direta pelas redes sociais

Rede aposta no social commerce. Usuários poderão comercializar produtos da empresa no Facebook e Orkut.

O Magazine Luiza promete revolucionar o varejo com o lançamento de uma venda direta pelas redes sociais, o clique a clique. Em um projeto inédito no Brasil, a empresa criou um novo canal de vendas em que qualquer pessoa poderá criar sua vitrine no Facebook e no Orkut com produtos da loja virtual da rede e vender a seus amigos. Chamado de Magazine Você, a novidade é uma aposta no social commerce.
No novo modelo, os consultores de vendas ganharam o nome de divulgador e receberão entre 2,5% e 4,5% de comissão por produto vendido aos amigos nas redes sociais. As pessoas poderão personalizar suas lojas com seus nomes, como, por exemplo, MagazinedoJoão. Com o lançamento previsto para até o fim de agosto, o projeto que levou um ano para ser concretizado – entre pesquisas e desenvolvimento – começa pelos funcionários da empresa.

Nos primeiros três meses, apenas um parente de cada funcionário poderá criar uma vitrine, limitada a 60 produtos. Depois, será a vez dos clientes da rede que poderão ingressar no modelo de venda direta pela internet. Somente no nono mês, já com 10 mil consultores de venda, é que será aberto para qualquer pessoa montar sua loja virtual com a chancela do Magazine Luiza. Enquanto isso, os interessados podem fazer seu cadastro.

Canal está de olho em 1 milhão de novos consumidores
A compra por recomendação não é novidade, mas ganhou força com a internet e, nos últimos anos, com as redes sociais. “A venda pela rede social era um meio em que as pessoas trocavam informações. Agora, elas poderão comprar na própria rede social”, afirma Frederico Trajano, Diretor de Vendas e Marketing do Magazine Luiza. No Brasil, 85% dos acessos na internet têm como destino as redes sociais e 70% das pessoas levam em consideração a opinião de amigos e familiares na hora de comprar.

Pelo aplicativo criado pela empresa em parceria com o Facebook e com o Google, as pessoas poderão fazer todo o processo de compra nas próprias redes sociais que, juntas, têm mais de 100 milhões de perfis de brasileiros. Haverá um meio de atendimento específico para o novo canal de vendas, que será totalmente integrado à loja virtual da empresa. O chamado C2C, venda de consumidor para consumidor, é a aposta do Magazine Luiza para atingir novos consumidores e ter mais assertividade e precisão na sua comunicação. Os próprios usuários atuarão como divulgadores dos produtos. A ideia é que, se uma pessoa tem gostos por culinária, ela divulgue produtos relacionados e, assim, haja uma segmentação e pertinência maior junto aos seus potenciais compradores.

A meta do Magazine Luiza é atingir um milhão de novos consumidores em nove meses. Primeira varejista tradicional a ingressar no ambiente digital em 2000, suas vendas pela internet representam 15% do faturamento. A rede diz ser a única realmente multicanal, em que o cliente pode comprar pela internet ou na loja e ter toda a assistência on e offline, com uma única marca e um mesmo CNPJ. Este ano, as vendas pela web da empresa cresceram 50%, mesmo tendo aumentado sua receita em 75% em 2010.

Aumento de spams com malware mostra desespero dos cibercriminosos

Embora mais perigosas, elas são facilmente identificadas por filtros de segurança. Para analistas, trata-se do último recurso.

Criminosos têm inundado a Internet com uma imensa quantidade de spams, com anexos, nas últimas semanas. Analistas, no entanto, avaliam que a tudo não passa uma ação desesperada, vinda de um setor que se encontra sob muita pressão devido a suas derrotas recentes.

Embora pareça o retorno gradativo de um inconveniente que, a rigor, está longe de desaparecer, o número de mensagens não requisitadas está bem distante do auge, obtido há alguns anos. Acredita-se que esse seja um último esforço de uma indústria que insiste em demonstrar que ainda é forte.

Um estudo da empresa M86 Security constata que os spams com arquivos anexados – invariavelmente, maliciosos – têm aumentado desde o começo de agosto, e chegaram a representar um quarto de todos os identificados por ela. O crescimento é estrondoso, já que, historicamente, esse tipo de e-mail não chega a 1% das propagandas enviadas indevidamente.

A Commtouch revelou ter notado a mesma tendência. Entre 8 e 12 de agosto, o crescimento de spams com malware foi de 500%. Destaque para aqueles que falavam sobre a entrega de produtos, que não pode ser concretiza por problemas com o suposto endereço do usuário. Naturalmente, quem clicasse no link seria teria a máquina infectada.

Mas, afinal, de onde essa nova onda de mensagens vem? Será que ela pode colocar toda a campanha anti-spam a perder?

Evidências apontam para a botnet (rede de PCs zumbis) Cutwail, auxiliado por duas menores, Festi e Asprox. Os e-mails não têm a intenção de divulgar um produto, mas contaminar o computador do usuário. Há desde ofertas de falsos antivírus a malwares que farão do PC um zumbi, obrigando-o a ajudar na distribuição das mensagens.

Último recurso
A mudança de rumo, porém, não é vista com preocupação. Os golpes não são mais complexos do que os já conhecidos, de modo que a quantidade de computadores comprometidos nos últimos meses não cresceu como poderia se esperar.

“O movimento está relacionado ao menor nível de spams com que temos convivido. É uma tentativa de reerguer as botnets, já que as maiores foram fechados”, afirmou Ed Rowley, diretor da M86. “Os criminosos querem reconstruir as estruturas, querem estar fortes antes de iniciarem ataques em massa”.

Os analistas explicam por que consideram um sinal de desespero o envio de spams com anexos. Segundo eles, embora sejam mais perigosos, essas mensagens são facilmente identificadas por filtros de segurança e, portanto, costumam ser utilizadas como último recurso. A maioria dos internautas, insistem, dificilmente se deparará com elas.

Qualquer botnet que apelar para tal estratégia terá de distribuir um enorme montante de e-mails, de modo que, os poucos que escaparem dos filtros, sejam o bastante para causar estragos. O método, portanto, além de surtir pouco efeito, atrai a atenção das empresas de segurança, que aumentam a vigilância.

A depender da inovação da indústria do spam, os usuários podem ficar tranqüilos – pelo menos, por enquanto. Desde a derrubada das maiores botnets do setor – Spamit em setembro de 2010, e Rustock em março – os cibercriminosos vêm tentando, sem sucesso se reerguer. Espera-se que continuem assim.

Fonte: IDG Now!

Facebook abre primeiro escritório no Brasil

Localizado em São Paulo, local já busca funcionários na área de finanças e comunicação.

FacebookO Brasil está em alta no Facebook: a rede social de Mark Zuckerberg vai abrir, na cidade de São Paulo, seu primeiro escritório da América Latina. Alexandre Hohagen, vice-presidente do serviço na região, vai assumir a gerência do estabelecimento, que já conta com cerca de 15 funcionários, mas está com vagas abertas.

Segundo o jornal O Globo, o foco da sede brasileira deve ser a publicidade. O país, afinal, é um bom local para isso: o número de associados ao Facebook chegou aos 25 milhões neste ano, contra apenas 6 milhões de pessoas em 2010.

Se você está interessado em ingressar na rede social como empregado, pode consultar a página de carreiras do site, que contém os serviços possíveis e os requisitos para ingressar na empresa. Há sete vagas a serem preenchidas, entre elas as de gerentes de conta, de comunicação, de operações financeiras e diretor de operações e vendas on-line. As competências exigidas para cada cargo e os benefícios oferecidos se encontram no site da empresa.

Além do Brasil, o Facebook tem mais 14 escritórios em países do mundo todo. Para conhecer todas as vagas oferecidas pela empresa, clique aqui.

Fonte: TecMundo

Google compra Motorola Mobility por US$ 12,5 bilhões

Transação tem como objetivo fortalecer o mercado dos dispositivos com Android. Segundo Larry Page, medida garante mais proteção contra empresas adversárias.

A Google anunciou na manhã desta segunda-feira (15 de agosto) a compra da Motorola Mobility pelo valor de US$ 40 por cada ação, resultando em um negócio total de US$ 12,5 bilhões. O acordo foi aprovado por unanimidade entre os conselhos de administração de cada companhia, e representa um ganho de 63% em relação ao valor das ações da Motorola na última sexta-feira (12 de agosto).

A aquisição da Motorola vai permitir que a Google fortaleça ainda mais a marca Android, aumentando a competição no mercado de telefonia móvel. A Motorola Mobility será operada como um negócio separado pela companhia de Mountain View, que continuará a disponibilizar o sistema operacional para smartphones como uma plataforma aberta.

Proteção contra competidores

Em uma atualização publicada no blog oficial da Google, Larry Page afirma que a compra não se deve somente ao apoio que a companhia dava ao Android, mas também devido ao fato da Motorola ser “uma líder de mercado em dispositivos caseiros e no negócio de soluções em vídeo”.

O fundador da gigante de buscas também afirma que a compra vai ajudar a desenvolver o portfolio de produtos da companhia, a ajudando a se proteger das ameaças representadas pela Microsoft, Apple e outras empresas. Page também se comprometeu a continuar a parceria entre o Android e outros fabricantes, afirmando que a compra da Motorola Mobility não deve representar prejuízos a nenhum parceiro.

A transação ainda está sujeita à aprovação de órgãos regulatórios dos Estados Unidos, União Europeia e outras jurisdições. A expectativa é que o negócio se concretize entre o final de 2011 e o começo de 2012.

Reação positiva do mercado

Os parceiros comerciais da Google responderam de maneira positiva ao anúncio da compra da Motorola Mobility. Peter Chou, CEO da HTC, disse que a notícia é bem-vinda e mostra o comprometimento da gigante de buscas em defender a plataforma Android, seus parceiros e todo o ecosistema de sistema operacionais para smartphones.

Bert Nordberg, presidente e CEO da Sony Ericsson, tem opinião semelhante, destacando o comprometimento da companhia em defender o Android e seus parceiros. Da mesma forma, Jon-Seok Park, presidente e CEO da LG expressou animação quanto à nova empreitada da empresa da Mountain View.

Fonte: TecMundo

Desvendamos a fórmula de sucesso da Ypê

Marketing holístico, sustentabilidade e custo-benefício formam receita de sucesso da marca.

Ao completar 60 anos, a Ypê mostra na prática o que é fazer o Marketing de forma holística. De origem familiar, a empresa criou o departamento de Marketing apenas em 2002, mas desde o princípio caracterizou-se por manter uma preocupação constante em inovar. Entre os segredos do sucesso estão a entrega de uma equação verdadeira entre custo e benefício e o cuidado com o meio ambiente.

Se hoje sustentabilidade é a palavra de ordem nos negócios, há seis décadas, a Ypê nascia pioneira ao conectar sua marca à natureza. Como resultado, a empresa conseguiu agregar valor a produtos commodities e estar na mente dos consumidores. Líder no mercado nos segmentos de detergente líquido para lava-louças, sabão em barra e segunda em amaciante de roupas, a Ypê é também a segunda maior fabricante de sabão em pó e orgulha-se de ser Top Of Mind na categoria Conservação Ambiental por quatro anos consecutivos (2007 a 2010), de acordo com o ranking da Folha de São Paulo.

O sucesso é resultado da presença do Marketing de forma orgânica na empresa. Um departamento específico para a área surgiu apenas há oito anos e, até hoje, não há uma Diretoria, mas sim uma Gerência que responde às três vice-presidências. “O Marketing não é um departamento. É a empresa inteira. Isso faz com que toda a estrutura trabalhe numa mesma direção, focada no mesmo sentido. Ele é o elemento agregador de todas as áreas e também o direcionador”, diz João Agusto Geraldini, Gerente de Marketing da Ypê, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Transparência e confiança são atributos Ypê
Com a criação de uma área específica para o Marketing foi a vez de, três anos depois, a Ypê iniciar o seu grande processo de reestruturação. Em 2005, a companhia repensou sua história e buscou entender a maneira como a marca era vista pelos consumidores. Para isso, realizou pesquisas quantitativas e qualitativas que apontaram os valores pelos quais a Ypê era reconhecida.

Além das características mais esperadas, como limpeza e perfume, a empresa identificou atributos como transparência, confiança e natureza. A natureza, além do nome, vem também da leitura que os consumidores fazem das embalagens, vendo que são recicladas e que os produtos são biodegradáveis. Para reforçar a ligação da Ypê com o meio ambiente, foi desenvolvido um novo logotipo, a gota d’água, item essencial para a Ypê, tanto no processo de fabricação do produto, quanto no uso.

Para deixar a ligação com a natureza mais visível para o consumidor, a companhia optou por fazer uma parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica. A ação Florestas Ypê é parte do programa Florestas do Futuro e totaliza 350 mil árvores plantadas desde 2007. Em comemoração ao aniversário de 60 anos, a Ypê assumiu o compromisso de plantar outras 100 mil mudas no período de um ano.

Custo-benefício é foco na empresa
O projeto de branding, executado em parceria com o Grupo Troiano, também identificou outro importante atributo da marca: a equação balanceada entre custo e benefício. Se o consumidor tem dificuldade de enxergar valores como cuidado com o meio ambiente e o impacto benéfico ou maléfico que a empresa pode causar à natureza, é na hora da compra e do desempenho do produto que a marca é reconhecida.

“Todas as campanhas fazem referência ao custo-benefício porque essa é uma questão fundamental para qualquer desenvolvimento de produto que a Ypê venha a fazer. Prezamos por oferecer qualidade na medida em que o consumidor precisa e pode pagar. Não adianta fazer o melhor para todo mundo se o preço não for acessível a todos. O custo-benefício passa por qualidade e formulação para que seja competitivo do ponto de vista econômico”, acredita Geraldini.

A preocupação em oferecer algo de qualidade com preço acessível está ligada também ao foco em sustentabilidade, que passa por três pilares: econômico, social e, finalmente, ambiental. E a missão da Ypê é unir esses três atributos. “Não adianta fazer um produto ecologicamente correto e cobrar caro por isso, pois serão poucos os consumidores que terão condições de usá-lo e, consequentemente, não haverá o impacto ambiental desejado”, aponta o executivo.

Credibilidade contribui na extensão de marca
A credibilidade conquistada pela marca junto aos consumidores acaba passando de um produto para o outro, o que facilita os projetos de extensão de linha. “Em primeiro lugar, a Ypê é muito querida. Tem como carro-chefe o detergente líquido, que é entregue com uma equação de valor que as consumidoras reconhecem. Com o tempo, essa boa relação construída a partir do detergente se espalhou por outros produtos”, ressalta Renata Lima, Diretora da Troiano Pesquisas e Desenvolvimento de Marca, em entrevista ao Mundo do Marketing.

A percepção de que a marca Ypê sustentaria uma ampliação no portfólio já era uma certeza para o presidente Waldyr Beira, mas foi posta à prova após sua morte precoce, em 1998. “Na época, estavam programados os lançamentos do amaciante de roupas e do sabão em pó, que até então vinha da Europa e era embalado no Brasil. No mesmo ano surgiram também os sabãos em barra perfumados, pois havia apenas a versão neutro”, conta o Gerente de Marketing da Ypê.

No ano seguinte, foi a vez dos desinfetantes e sabonetes Ypê chegarem às prateleiras. Hoje são 20 famílias de produtos existentes, entre lava roupas em pó, desinfetantes, sabonetes e detergentes. “Em 1998, todas as categorias já estavam pensadas e foram lançadas ao longo dos anos. Em 2001, a Ypê entrou oficialmente e com condições adequadas no mercado de sabão em pó, com a aquisição da fábrica da Tecnicron, em Salto. Com a implementação de um departamento de Marketing, em 2002, a dinâmica de atualização de produto de linha foi crescendo”, explica Geraldini.

Para manter o ritmo de lançamentos, a Ypê continua os estudos para novos produtos e reforça cada vez mais o relacionamento com os consumidores. Recentemente, a marca lançou perfis no Twitter e no Facebook. “As pessoas que se preocupam com o tema ecologia estão na internet. Por isso, quando comunicamos pela primeira vez sobre a questão ambiental, criamos o site www.florestasype.com.br. É uma prestação de contas contínua, de como anda o projeto”, relata o executivo.

*Com reportagem de Bruno Mello, de Amparo, São Paulo.
Fonte: Mundo do Marketing

Evento aborda o papel das mídias sociais para as empresas

A Marcus Evans promove o encontro Corporate Social Media nos próximos dias 24 e 25, em São Paulo. O evento apresentará temas que exploram desde as barreiras corporativas existentes na implantação das redes sociais até a mensuração de resultados por meio dos canais digitais. Participarão 22 profissionais de empresas como Motorola, General Motors, Mastercard, Citibank, Volvo, Claro, Danone, Walt Disney, Itautec, Gol e Tecnisa, que abordarão casos de sucesso sobre a integração das redes sociais ao planejamento estratégico das empresas.

A conferência é voltada para profissionais atuante nas áreas de Marketing, Tecnologia e Inovação e tem o objetivo de fornecer informações estratégicas de negócios e oportunidade de relacionamento com profissionais de sucesso no mercado. Os interessados podem se inscrever pelo site da empresa ou pelo email marcelam@marcusevansch.com.

Marcus Evans promove o encontro Corporate Social Media nos próximos dias 24 e 25, em São Paulo.
Fonte: Mundo do Marketing

Marisa reposiciona comunicação para se aproximar das consumidoras

#Vou de MarisaMarca reformula catálogo de produtos e expande atuação na internet com canal no Youtube e blog sobre moda.

A Marisa pretende ampliar o diálogo com a consumidora da classe C. A empresa lança o conceito “A gente é mulher, a gente se entende”, para se aproximar de suas clientes. Uma das medidas adotadas foi a reformulação do catálogo de produtos, que passa agora a ser um guia de moda, chamado “#Vou de Marisa”. A revista também passou por uma adequação de tamanho para caber nas bolsas das mulheres, permitindo mais tempo de contato com a marca.

Como parte da iniciativa, a Marisa ampliou a sua atuação na internet. Além do Facebook e Twitter, a empresa criou um canal no Youtube e um blog, em que as consumidoras poderão encontrar dicas e informações sobre tendências de moda. Quem assina as mudanças é a agência Fischer&Friends.

Marisa amplia a sua atuação na internet

Fonte: Mundo do Marketing